vem principalmente de especialistas e do governo, destacando que **manter a obra parada custa R
23 bilhões adicionais) oferece energia firme, descarbonização, segurança energética (próxima aos centros consumidores) e empregos, complementando fontes intermitentes como solar e eólica, e evitando perdas na transmissão, sendo vista como essencial para a estabilidade do sistema elétrico brasileiro. Há um estudo do BNDES, consulta pública e licitação em andamento para atrair um parceiro privado para finalizar o projeto, que já consumiu cerca de R$ 12 bilhões.
Argumentos a Favor da Conclusão:
Custo-Benefício: Estima-se que o custo para abandonar o projeto (R
23 bilhões), e a energia gerada será mais barata que a de termelétricas.
Estabilidade e Segurança: Fonte de energia não intermitente (opera 24/7), essencial para complementar as renováveis variáveis, próxima aos grandes centros consumidores (Sudeste), reduzindo perdas de transmissão e ajudando em apagões.
Economia e Empregos: Criação de milhares de empregos diretos e indiretos, aquecendo a economia da região da Costa Verde, com forte impacto no setor nuclear nacional.
Descarbonização: Contribui para a matriz energética limpa e firme, substituindo termelétricas poluentes em momentos de baixa dos renováveis.
Situação Atual e Desafios:
Obra Parada: Custos anuais de manutenção e financiamento da obra parada chegam a R$ 1 bilhão.
Processo de Licitação: O BNDES e a Eletronuclear estão em fase de estruturação de uma parceria com licitação internacional para selecionar um parceiro para concluir as obras, com uma nova consulta pública ocorrendo para aprimorar os documentos.
Novo Estudo: Um estudo técnico, econômico e jurídico do BNDES é aguardado para definir o futuro do projeto.
Em resumo, o apoio se baseia na visão de que Angra 3 é um ativo estratégico para a matriz energética brasileira, com benefícios econômicos e de segurança, apesar dos altos investimentos e do longo histórico de atrasos.